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Mensagens

A mostrar mensagens de novembro, 2009

A Dissertação

E aí vamos nós para a dissertação. Vencido o primeiro ano, para mim o mais complicado pelas opções que tive de fazer, vamos agarrar, com força, o segundo. Para mim este não será o mais difícil. Como já não tenho de passar os sábados na faculdade, tudo se torna mais ao meu gosto. Gosto de poder ter os sábados mais livres e poder sair, se assim o quiser e principalmente se estiver Sol. No ano lectivo passado tinhamos aulas ao fim-de-semana, depois de uma semana intensa de trabalho. O horário era distribuído por sexta ao fim da tarde, 4 horas e oito ao sábado, em dois turnos o que perfazia 12 horas. Às vezes eram bem mais quando tinhamos de fazer os trabalhos de grupo. Aí passávamos as sextas no gabinete. Não estou a contabilizar as horas que ainda dispendia à noite para o trabalho individual. Foi bom mas não foi nada fácil, principalmente em dias de Sol. Agora já poderei gerir o meu tempo e trabalhar diariamente à noite, ou durante o dia, conforme o trabalho na escola. Digamos que est...

50 anos dos Direitos da Criança

Comemoram-se hoje os cinquenta anos dos Direitos da Criança. Aqui fica um dos princípios pelo qual se norteiam. Ao fim de cinquenta anos estamos longe de ter feito chegar a todas as crianças estes direitos. Deveremos nós, adultos, lutar para que eles não sejam esquecidos. PRINCÍPIO 7º "A criança terá direito a receber educação , que será gratuita e compulsória pelo menos no grau primário. Ser-lhe-á propiciada uma educação capaz de promover a sua cultura geral e capacitá-la a, em condições de iguais oportunidades, desenvolver as suas aptidões, sua capacidade de emitir juízo e seu senso de responsabilidade moral e social, e a tornar-se um membro útil da sociedade. Os melhores interesses da criança serão a directriz a nortear os responsáveis pela sua educação e orientação; esta responsabilidade cabe, em primeiro lugar, aos pais . A criança terá ampla oportunidade para brincar e divertir-se , visando os mesmos propósitos da sua educação; a sociedade e as autoridades públicas empenh...

Chuva

E o Inverno chegou em grande. Durante o dia de hoje não parou de chover e às cinco da tarde era noite. Não gosto do Inverno, nem da chuva, nem do frio... Deixo um amostra da minha zona nesta época do ano.

Onde está o meu coração?

Há já há algum tempo que o meu coração está em Angola. Nem sempre consigo falar ou pensar sobre esse assunto. O que é certo é que ele está sempre presente, dede o primeiro dia e pesa o eu não ter podido ir. Às vezes a vida é composta de tantas coisas diferentes, somos chamados para tanto que, certos dias pensamos não conseguir. Depois temos que ir lá bem fundo, continuar e esperar. Daí a esperança. Os étimos são os mesmos e as expectativas também. Estou muito bem. De repente tenho a certeza de que em breve estarei lá, fisicamente, pois em espírito nunca deixarei de estar onde está o meu coração. Lamechices? Não, esta é a realidade da minha vida e ,quando nos transformamos em cidadãos do mundo e não só de um pequeno espaço físico, tudo muda e nós somos forçados a mudar e abrir o nosso coração. Valeu a pena alterar tudo e a vida sorriu-nos e nunca deixará de o fazer. Até sempre

Vinte anos

A inexorável passagem do tempo faz-me recuar há vinte anos atrás em que eu vivia a maior aventura da vida: ser mãe. Fui mãe pela primeira vez e nunca, até hoje me arrependi nem um minuto de ter embarcado nessa aventura. Sinto-me imensamente grata por ter podido passar por esta experiência, que embora se tenha repetido, nunca é igual na repetição. Passados quatro anos repetiu-se então com outras nuances e novidades. Há vinte anos nasceu o meu filho mais velho que sendo hoje um belo homem me deixa cheia de orgulho por poder escrever sobre o seu nascimento.Outros Outonos e Invernos vieram, mas não esquecerei os pormenores do de 1989 em que passámos grande parte do tempo na salinha junto à lareira de que ainda hoje gosta tanto. Para ele deixo aqui hoje os desejos das maiores felicidades e que a vida lhe continue a sorrir como tem feito até hoje.

Nevoeiro

Nem rei nem lei, nem paz nem guerra, Define com perfil e ser Este fulgor baço da terra Que é Portugal a entristecer- Brilho sem luz e sem arder, Como é que o fogo-fátuo encerra. Ninguém sabe que coisa quer. Ninguém conhece que alma tem, Nem o que é mal nem o que é bem. (Que ânsia distante perto chora?) Tudo é incerto e derradeiro. Tudo é disperso, nada é inteiro. Ó Portugal, hoje és nevoeiro... É a Hora! Valete, Fratres Pessoa, Fernando. Mensagem