

Não é uma luta sem razões, contrariamente àquilo de que me tentaram convencer hoje. Sou uma mulher de convicções. Informo-me, analiso e formulo as minhas opiniões e quero continuar a fazê-lo. Deixo aqui mais algumas fotografias da marcha. Não têm grande qualidade. Afinal foram tiradas com um telemóvel. Mas fica a ideia. Lutar não significa ganhar, mas também não significa perder. Há sempre algo que fica. Quero deixar uma herança de liberdade para os meus filhos e quero que eles se lembrem que a mãe lutava por causas justas e ainda que a vida é feita de muitas e pequenas lutas diárias. Vou vestir de luto a semana toda. Afinal a luta continua...