O palácio adquirido pela Ana era fascinante. Meio arruinado, datava do século XVIII. Tinha pertencido a uma família de uma estirpe e educação antigas que já não existe hoje. Um a um todos os membros desta família tinham partido, uns pelo trabalho outros pela morte e a casa pouco a pouco ficara abandonada.
Numa visita de Verão Ana encontrou esta casa e logo se apaixonou por ela. Os salões enormes, cheios de luz e de frescos deixaram-na fascinada. Passou a sonhar com ela diariamente e o plátano ao fundo do jardim, com a sua vegetação frondosa pareceu-lhe o sítio ideal para passar as tardes sossegadas de que tanto gostava. Começou a tratar de tudo para poder adquiri-la. Não foi fácil. Durante meses procurou o dono da casa, último herdeiro, que nem se lembrava mais daquela casa, pois poucas vezes lá tinha estado.
Numa visita de Verão Ana encontrou esta casa e logo se apaixonou por ela. Os salões enormes, cheios de luz e de frescos deixaram-na fascinada. Passou a sonhar com ela diariamente e o plátano ao fundo do jardim, com a sua vegetação frondosa pareceu-lhe o sítio ideal para passar as tardes sossegadas de que tanto gostava. Começou a tratar de tudo para poder adquiri-la. Não foi fácil. Durante meses procurou o dono da casa, último herdeiro, que nem se lembrava mais daquela casa, pois poucas vezes lá tinha estado.